“Ela não podia vê-lo. Não podia tocá-lo. Mas podia senti-lo. Ela sentia o coração dele batendo na mesma freqüência que o seu. Segurava-se delicadamente no encosto perante a janela, com uma garrafa de vodka em suas mãos, olhando para o nada. Sentia algo percorrer em seu coração que havia ficado vazio por um longo tempo; agora havia amor, havia fogo derretendo o gelo e também havia a dor. […] Deu o seu ultimo gole e foi em direção do horizonte para procurar as respostas das perguntas que havia lhe perturbado por anos